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N1710027_O Jogo Sujo Começou! O Segredo das Notas Vem à Tona! #Reflita #respei_part2 | Đọc Báo Online16

admin79 by admin79
October 15, 2026
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N1710027_O Jogo Sujo Começou! O Segredo das Notas Vem à Tona! #Reflita #respei_part2 | Đọc Báo Online16 Portugal dá passos rumo ao futuro da mobilidade autónoma, abrindo caminho para testes em ambiente urbano. Um marco significativo foi a aprovação, em Conselho de Ministros, de um Decreto-Lei que permite testes com veículos autónomos, um passo visionário para posicionar o país na vanguarda da inovação tecnológica. Recentemente publicado em Diário da República — Decreto-Lei n.º 113/2026 — este diploma entra em vigor 30 dias após a sua publicação, estabelecendo as diretrizes para fabricantes, laboratórios de investigação e instituições de ensino superior que desejem explorar o potencial da condução autónoma em condições reais.
O cerne desta legislação reside na regulamentação de dois tipos de sistemas inovadores: os sistemas automáticos de condução (SAC) e os sistemas de conectividade. Esta última tecnologia, crucial para a mobilidade do futuro, permite a comunicação fluida entre veículos, bem como entre veículos e infraestruturas, abrindo um novo paradigma de interação e segurança rodoviária. A distinção entre “Condutor” e “Operador” é fundamental para compreender a nova dinâmica de controlo veicular. Enquanto o condutor mantém a responsabilidade física ou de supervisão direta, o operador assume um papel de controlo estratégico em veículos totalmente autónomos. No que concerne ao nível de automação, o diploma contempla três patamares distintos: automação condicional, onde o sistema gere a condução mas exige supervisão humana constante; elevada automação, onde o veículo opera de forma autónoma dentro de um domínio operacional definido; e, por fim, automação total, caracterizada pela ausência de limitações de domínio e pela independência de intervenção humana. Os testes destes sistemas podem ser realizados em qualquer via do domínio público — seja estatal, regional ou municipal — ou em vias privadas abertas ao trânsito, proporcionando um leque diversificado de cenários para validação tecnológica. No entanto, a presença humana continua a ser obrigatória nestas fases experimentais. O condutor ou operador responsável deve cumprir requisitos rigorosos, incluindo a titularidade de carta de condução há pelo menos seis anos e a ausência de registo criminal ou contraordenacional nos últimos cinco anos. Adicionalmente, os operadores não podem exceder três horas consecutivas de condução, sendo imperativo um intervalo de descanso de pelo menos uma hora. O limite de álcool no sangue é ainda mais restrito do que o habitual, fixado em 0,2 g/l, comparativamente aos 0,5 g/l legalmente estabelecidos. As exigências de segurança são particularmente elevadas, dada a complexidade dos sistemas em teste. Cada pedido de licenciamento deve ser acompanhado de um plano de segurança abrangente, que contemple a identificação de riscos para os utilizadores da via, medidas de cibersegurança, protocolos para transição segura do controlo dinâmico para o condutor e planos de contingência para falhas do sistema. Os veículos devem, ainda, estar equipados com um sistema de registo de dados em tempo real — uma espécie de “caixa negra” — que capture informações desde a velocidade e aceleração até às intervenções humanas. No que concerne aos seguros, o capital mínimo obrigatório é quadruplicado face ao exigido em seguros automóveis convencionais, garantindo cobertura robusta para danos corporais e materiais causados a terceiros. Em situações de acidente ou incidente grave, a entidade licenciada tem 24 horas para submeter um relatório detalhado ao IMT (Instituto da Mobilidade e dos Transportes) — entidade responsável pelo licenciamento — e à entidade gestora da via. Durante os testes, os limites de velocidade são reduzidos em 20 km/h face aos valores normais da via. As infrações graves, como circular sem licença ou com licença suspensa, podem resultar na apreensão do veículo e na reversão dos equipamentos instalados a favor do Estado. As coimas por contraordenações podem variar entre 250 euros e 40 mil euros. É importante notar que a legislação reconhece licenças emitidas por outros países, facilitando a entrada de projetos internacionais no mercado português e reforçando a ambição do país em tornar-se um destino de referência para o desenvolvimento da mobilidade autónoma.
A Huawei, conhecida mundialmente pelos seus smartphones, equipamentos de telecomunicações e soluções tecnológicas de ponta, está a redefinir o panorama automóvel. Na China, o seu nome está cada vez mais associado à indústria automóvel, não apenas em veículos de volume ou sistemas de condução autónoma, mas também no segmento de luxo, um domínio tradicionalmente dominado por marcas alemãs. Um exemplo notável é a Maextro, a marca desenvolvida pela Huawei em parceria com a JAC Motors. O seu modelo de produção inicial, o S800, alcançou em abril um feito notável, tornando-se a berlina mais vendida na China no segmento de luxo, com preços superiores a 700 mil yuan, o equivalente a cerca de 90 mil euros à taxa de câmbio atual. De acordo com dados da ECC Intelligence citados pelo Car News China, o Maextro S800 registou 1142 unidades vendidas em abril, superando o Mercedes-Maybach Classe S, que comercializou 736 unidades, e o Porsche Panamera, com 616 unidades. O Mercedes-Benz Classe S, por sua vez, registou 521 unidades, enquanto o BMW Série 7/i7 caiu para quinto lugar, com 436 unidades. A Audi A8 surgiu na sexta posição, com 260 unidades, seguida pelo Nio ET9, com 136 unidades, pelo Yangwang U7, com 75, e pelo Porsche Taycan, com apenas 18 unidades. No acumulado de janeiro a abril de 2026, o Maextro S800 totalizou 5465 unidades vendidas, superando o Mercedes-Maybach Classe S, com 3012 unidades, e o BMW Série 7/i7, com 2976 unidades. O Mercedes-Benz Classe S acumulou 2596 unidades, enquanto o Porsche Panamera e o Audi A8 registaram 1362 e 1309 unidades, respetivamente. Este sucesso no mercado chinês demonstra a capacidade da Huawei em desafiar o status quo não só em termos de tecnologia, mas também em segmentos de alto valor acrescentado, onde a perceção de marca e exclusividade são fatores determinantes. A ascensão da Maextro no segmento de luxo sinaliza uma mudança significativa no panorama global da indústria automóvel, com players asiáticos a consolidarem a sua presença em nichos antes dominados por fabricantes europeus estabelecidos. O modelo Maextro S800 segue a lógica da Harmony Intelligent Mobility Alliance, a plataforma que permite à Huawei colaborar com fabricantes automóveis chineses, fornecendo tecnologia de ponta, software inovador, sistemas de conectividade avançados, componentes eletrónicos de última geração e soluções de condução inteligente. Esta colaboração estratégica permite à Huawei alavancar a sua experiência tecnológica em soluções automóveis, enquanto os parceiros beneficiavam do acesso a tecnologias de ponta e de uma marca com crescente reconhecimento global. O Maextro S800, o primeiro modelo de produção desta parceria, foi lançado no mercado chinês em 2025, disponibilizado em versões de bateria elétrica (BEV) e versões com extensor de autonomia (EREV), proporcionando aos consumidores uma gama de opções adaptadas às suas necessidades de mobilidade. Os preços na China variam entre 708 mil e 1,018 milhões de yuan, o que corresponde a aproximadamente 91 mil a 131 mil euros à taxa de câmbio atual. Esta faixa de preço posiciona o Maextro S800 diretamente no segmento de luxo, competindo com modelos estabelecidos de marcas premium.
Mais do que os números de vendas, o que torna este resultado particularmente relevante é o segmento em causa. Demonstra que a China já não se limita a competir no mercado de veículos elétricos acessíveis, SUV familiares ou compactos urbanos. Está a penetrar decisivamente no espaço dos veículos de luxo, onde a imagem de marca, a tecnologia de ponta, o conforto superior e o estatuto social desempenham um papel crucial na decisão de compra. Este movimento estratégico da Huawei e dos seus parceiros desafia a perceção tradicional da indústria automóvel e abre novas perspetivas para o futuro do setor a nível global, redefinindo as dinâmicas competitivas e as expectativas dos consumidores.
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