
Mercedes-Benz Classe S 2026 – detalhe dos grupos óticos dianteiros
Mercedes-Benz Classe S 2026 – detalhe dos grupos óticos traseiros
Mercedes-Benz Classe S 2026 – vista lateral
Mercedes-Benz Classe S 2026 – vista lateral de portas abertas
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Sem alterar a sua identidade de base, o Classe S 2026 evolui onde mais importa, mas, como sempre, de uma forma aparentemente contida. Visualmente, as diferenças parecem ser subtis. O desenho da carroçaria mantém as proporções clássicas, mas com a imponência discreta que sempre caracterizou o Classe S.
As novidades incluem novos detalhes como uma grelha 20% maior, jantes redesenhadas e uma paleta de cores atualizada no programa Manufaktur. Os avanços tecnológicos começam no sistema Digital Light, com cada farol a integrar mais de 1,3 milhões de espelhos «microscópicos».
Interior novo com muito luxo e tecnologia
Se por fora evoluiu, por dentro a mudança foi mais radical. O tabliê do Mercedes-Benz Classe S 2026 é totalmente novo e segue a tendência dos últimos lançamentos da marca alemã em estender a toda a largura do interior a área ocupada pelos ecrãs: há um de 12,3″ para a instrumentação; o central tátil tem 14,4″ e deixa de ser vertical; e o passageiro também passa a ter um, com 12,3″. De salientar também o novo volante multifunções, mas que recorre a comandos físicos ao invés de hápticos, indo ao encontro das exigências dos clientes.
Mercedes-Benz Classe S – interior
Mercedes-Benz Classe S – assentos dianteiros
Mercedes-Benz Classe S – assentos traseiros
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O sistema MBUX recebeu uma atualização estrutural, com maior recurso a inteligência artificial (IA), que a marca diz permitir melhorias claras no reconhecimento de voz, com linguagem natural. A navegação foi também melhorada. Tem mais capacidade de cruzar dados de tráfego, topografia e hábitos do utilizador. Desta forma, o sistema passa a antecipar destinos frequentes e a adaptar sugestões em função do contexto.
Surgem também novos conteúdos digitais, incluindo aplicações de entretenimento e produtividade, reforçando a lógica de transformar o interior do Classe S num espaço de trabalho e de descanso. A arquitetura eletrónica foi revista para suportar um leque mais alargado de atualizações remotas over-the-air (OTA).
Abaixo do V8, a oferta a gasolina assenta em motores de seis cilindros em linha. O S 450 recorre a um 3,0 litros com 381 cv e 560 Nm, enquanto o S 500 sobe a fasquia para 449 cv e 600 Nm. A marca da estrela mantém viva a opção Diesel, também com base num motor de seis cilindros em linha com 3,0 litros. Estão previstas duas versões: uma com 313 cv e 650 Nm, e outra mais potente, com 367 cv e 750 Nm.
Se a eletrificação total permanece à responsabilidade do EQS — Classe S 100% elétrico só chegará em 2030 —, o Classe S 2026 tem na tecnologia híbrida plug-in a variante onde a componente elétrica tem mais peso. Há duas versões que partilham o seis cilindros, o motor elétrico (120 kW ou 163 cv) e a bateria de 22 kWh. A diferença está na potência e binário de cada uma delas: 435 cv e 680 Nm para o S 450 e; e 585 cv e 750 Nm para o S 580 e — mais potente até que o V8 biturbo. A autonomia em modo elétrico pode chegar até 118 km.