Renault 5 E-Tech – 363 unidades (+560%)
Toyota Yaris Cross – 297 unidades (-4,2%)
Mercedes-Benz Classe A – 290 unidades (-1%)
Opel Corsa – 266 unidades (+10,8%)
Renault Captur – 258 unidades (-36,1%)\n\nComo nos mostra a lista, abaixo do Renault Clio segue o Peugeot 2008, que teve um decréscimo de procura, na casa dos 25,9%. Mesmo assim, não ficou muito longe das vendas do Renault Clio. O Dacia Duster seguiu o mesmo caminho e também vendeu 423 unidades.\n\nOlhando para a lista como um todo, também temos de destacar o crescimento impressionante do Renault 5 E-Tech. Foi (de longe) o que mais cresceu, com uma subida de 560%, e 363 unidades vendidas. Para além dos carros que mais venderam em novembro, os dados da ACAP também nos mostram o acumulado do ano. Eis o top 10:\n\nPeugeot 2008 – 7097 unidades (+6,3%)\nRenault Clio – 6539 unidades (+11,6%)\nDacia Sandero – 6053 unidades (-15%)\nDacia Duster – 5430 unidades (+54,8%)\nCitroën C3 – 5226 unidades (+21,1%)\nPeugeot 208 – 4777 unidades (-12%)\nRenault Captur – 3885 unidades (-5,2%)\nPeugeot 308 – 3792 unidades (-4,1%)\nTesla Model 3 – 3747 unidades (-34,6%)\nMercedes-Benz Classe A – 3522 unidades (+8,2%)\n\n# Ranking Automóvel 2026: O Que Esperar do Mercado Português?\n\nO mercado automóvel em Portugal encerrou 2025 a registar um crescimento notável de 6,2% em comparação com o ano anterior, com um total de 264.821 veículos matriculados, de acordo com os dados oficiais divulgados pela ACAP (Associação Automóvel de Portugal). Este desempenho positivo sinaliza uma recuperação robusta do setor, impulsionada por uma procura crescente e pela introdução de novos modelos que cativaram os consumidores. As projeções para 2026 são ainda mais promissoras, com especialistas do setor prevendo que a tendência de crescimento se mantenha, possivelmente ultrapassando os níveis pré-pandemia.\n\nOs veículos ligeiros de passageiros lideraram o volume de vendas, representando 225.039 unidades e registando o maior crescimento, com um aumento de 7,3%. Este segmento continua a ser o coração do mercado, refletindo as necessidades de mobilidade das famílias portuguesas. Em contrapartida, os ligeiros de mercadorias apresentaram um crescimento nulo (0%), com 32.301 veículos matriculados, indicando uma estabilidade nas vendas neste setor. Os veículos pesados, por sua vez, mostraram um crescimento de 3,2%, alcançando 7.481 unidades matriculadas, o que sugere uma recuperação gradual na logística e transporte.\n\nÀ medida que nos aproximamos de 2026, o panorama do setor automóvel português apresenta-se dinâmico e desafiador. A transição energética continua a ser um dos principais motores de mudança, com os veículos elétricos a ganhar terreno de forma consistente. No entanto, a infraestrutura de carregamento e o custo inicial de aquisição ainda representam barreiras significativas para muitos consumidores, embora programas de incentivo governamentais e a expansão da rede de carregadores estejam a mitigar estas preocupações.\n\n## A Batalha das Marcas: Quem Liderou em 2025 e o Que Esperar de 2026\n\nCom as contas de 2025 fechadas, emergem padrões claros que definem as preferências dos consumidores portugueses. A Peugeot consolidou a sua posição como marca líder pela quinta vez consecutiva, um feito notável que demonstra a sua capacidade de manter a preferência do público num mercado em constante evolução. A marca francesa registou um total de 21.664 unidades vendidas, alcançando uma quota de mercado de 9,63%. Este sucesso pode ser atribuído a uma gama diversificada de modelos que apelam a diferentes segmentos de consumidores, desde o versátil Peugeot 2008 ao icónico 3008 e ao ágil 208.\n\nA análise das tendências de 2025 sugere que a Peugeot enfrentará uma concorrência acirrada em 2026. A Renault, em particular, demonstrou um crescimento impressionante de 19,7%, reduzindo significativamente a distância para a líder. Com 18.099 unidades vendidas, a Renault posicionou-se como uma forte concorrente, beneficiando de uma renovação de gama e de um enfoque crescente em modelos elétricos, como o aclamado Renault 5 E-Tech. Este dynamismo reforça a perspetiva de uma “luta taco a taco” em 2026, prometendo um ano eletrizante para os entusiastas do setor.\n\nA Mercedes-Benz manteve-se firme no terceiro lugar do pódio, com 17.736 unidades vendidas e um crescimento de 6,5%. A marca alemã continua a beneficiar da sua reputação de excelência em engenharia, luxo e tecnologia, atraindo um público fiel que valoriza qualidade e prestígio. A sua capacidade de inovar e lançar novos modelos premium será crucial para manter esta posição em 2026.\n\nEntre as marcas que mais se destacaram, a Dacia merece menção especial. Com um crescimento de 7,6% e 17.442 unidades vendidas, a Dacia posicionou-se perigosamente perto do pódio, ficando a menos de 300 unidades da Mercedes-Benz. Este desempenho robusto sublinha a crescente atratividade dos veículos com uma relação custo-benefício atraente, ideais para famílias e consumidores pragmáticos que procuram fiabilidade sem custos excessivos. A estratégia de preço acessível e qualidade comprovada da Dacia deverá continuar a ser um fator determinante em 2026.\n\nA BMW também registou um crescimento sólido de 4,9%, alcançando 14.075 unidades vendidas. A marca bávara continua a seduzir os consumidores com a sua combinação de performance, luxo e tecnologia de ponta. Em 2026, a BMW deverá beneficiar da sua estratégia de eletrificação, que inclui o lançamento de novos modelos totalmente elétricos, para manter a sua quota de mercado.\n\nA Volkswagen destacou-se pelo seu significativo crescimento de 9,3%, com 12.831 unidades vendidas. Este desempenho positivo deve-se, em parte, à introdução de novos modelos e à renovação de gama, como a nova geração do T-Roc produzida em Palmela. A Volkswagen tem demonstrado uma notável capacidade de adaptação às tendências do mercado, focando-se em veículos eficientes e tecnologicamente avançados. Em 2026, a marca alemã deverá continuar esta trajetória de crescimento, solidificando a sua posição como uma das marcas mais vendidas em Portugal.\n\nPor outro lado, a Toyota e a Citroën, apesar de manterem posições no top 10, registaram quebras nas vendas. A Toyota caiu 0,7%, com 11.427 unidades vendidas, enquanto a Citroën registou uma ligeira queda de 1,1%, com 9.525 unidades. Estes resultados podem ser atribuídos a fatores específicos, como a reestruturação de gama ou desafios de produção. No caso da Citroën, espera-se que a resolução dos problemas de produção do C3 possa impulsionar as vendas em 2026, permitindo à marca recuperar o terreno perdido.\n\nO encerramento da tabela das 10 marcas mais vendidas em Portugal em 2025 é composto por duas marcas asiáticas: Nissan e Kia. A Nissan ocupou a nona posição com 7.886 unidades vendidas (+3,9%), enquanto a Kia conquistou a décima posição com 7.650 unidades (+2%). Estas marcas não estavam no top 10 em 2024, tendo substituído a Tesla e a SEAT, cujos desempenhos não foram tão positivos. Este movimento reflete uma mudança nas preferências dos consumidores, que estão cada vez mais a optar por marcas asiáticas que oferecem uma combinação de fiabilidade, tecnologia e valor.\n\n## O Top 10: Os Veículos Mais Procurados em 2025\n\nA análise dos veículos mais vendidos em 2025 revela padrões interessantes que definem as preferências dos consumidores portugueses. O Peugeot 2008 liderou o mercado, com um total de 7.097