
Obrigatoriamente, a arquitetura de 800 V (conversor para 400 V disponível em opção) com uma bateria de 94 kWh úteis permite carregar o equivalente a 305 km de autonomia em apenas 10 minutos num posto de corrente contínua (CC) ultrarrápido de 320 kW.
Mercedes-Benz GLC Elétrico
Com uma autonomia máxima que pode atingir 707 km (ciclo WLTP) em combinação com o Pack Long Range Edition, este modelo redefine a fiabilidade em viagens longas.
A versão de lançamento, o GLC 400 4MATIC com Tecnologia EQ, dispõe de tração integral assegurada por dois motores elétricos que geram uma potência combinada de 360 kW (489 cv). Isto traduz-se numa aceleração dos 0 aos 100 km/h em apenas 4,3 segundos.
Mercedes-Benz GLC Elétrico
Mercedes-Benz GLC Elétrico
No interior, destaca-se um \”supercérebro\” digital suportado pelo sistema operativo MB.OS com o MBUX Hyperscreen, além do máximo conforto de condução proporcionado pela suspensão pneumática AIRMATIC, herdada do Classe S, e pelo eixo traseiro direcional.
O preço do GLC 400 4MATIC com Tecnologia EQ arranca nos 78 mil euros.
Mercedes-Benz GLC Elétrico
Novo GLB alia tecnologia e versatilidade
O novo Mercedes-Benz GLB é a resposta ideal para quem procura tecnologia e funcionalidade, mantendo a capacidade para transportar até sete pessoas.
A sua imagem marcante inspira-se na identidade visual do recente CLA, destacando-se uma imponente grelha frontal com 94 estrelas em LED nas variantes elétricas. O interior foi radicalmente redesenhado e incorpora agora o novo painel Superscreen.
Mercedes-Benz GLB
Este SUV chega nas seguintes versões:
GLB 250+ com Tecnologia EQ – 200 kW/272 cv, com bateria de 85 kWh e autonomia referencial de até 631 km;
GLB 350 4MATIC com Tecnologia EQ – 260 kW/354 cv.
Os preços são, respetivamente, de 58.200 e 65.200 euros.
O novo Mercedes-Benz GLB elétrico beneficia de uma arquitetura de 800 V (conversor de 400 V como opcional) com carregamento de até 320 kW, recuperando 260 km de autonomia em escassos 10 minutos.
Mercedes-Benz GLB
A gama será alargada nos próximos meses com motorizações adicionais, incluindo uma versão elétrica de entrada de gama (com menor potência e preço de acesso mais competitivo) e versões híbridas de 48 volts com motor a gasolina de quatro cilindros.
No caso destas versões híbridas a gasolina, os preços variam entre os 56.850 euros (para o GLB 200) e os 60.450 euros (para o GLB 220).
Em simultâneo em toda a Península Ibérica
A chegada dos novos GLC Elétrico e GLB ocorreu na quinta-feira, 21 de maio, em apresentações coordenadas dos concessionários Mercedes-Benz em Portugal e Espanha.
Cerca de 70 eventos exclusivos em toda a Península Ibérica reuniram mais de 12 mil convidados em eventos realizados sob o conceito \”Welcome Home\”.
A Sociedade Comercial C. Santos reuniu clientes, parceiros e entusiastas do setor automóvel nas suas instalações na Maia, junto ao Aeroporto do Porto, para uma noite de celebração tecnológica.
O lançamento dos dois novos SUV da Mercedes-Benz, na Maia, contou com a presença dos embaixadores da empresa – Sónia Araújo, Nilton e Mário Daniel -, e aconteceu ao som do icónico músico Jorge Palma.
Se o novo CLA lançou as bases para o que serão os futuros elétricos da Mercedes-Benz, o novo GLC é o modelo que tem como missão consolidar toda esta aposta. Ou não fosse o carro mais vendido da marca em todo o mundo.
É um desafio e tanto. E para a Mercedes-Benz, este é um daqueles modelos que não pode mesmo correr mal, até porque «aterra» num segmento onde rivais como a BMW, Volvo e Audi estão a dar cartas.
Fomos conduzi-lo por estradas nacionais, na região do Algarve, e descobrir todos os segredos daquele que é um dos lançamentos mais importantes da Mercedes-Benz nos últimos anos.
Jogo de luzes
O Mercedes-Benz GLC estreia uma imagem totalmente nova, com uma dianteira a que os designers alemães apelidam de “obra de arte iluminada”.
Por tratar-se de um elétrico, a grelha é totalmente fechada e, por isso, sem qualquer função prática. Porém, assume fortes responsabilidades estéticas, já que transforma por completo a «cara» deste modelo.
Mercedes-Benz GLC 400e grelha
© Mercedes-Benz
A grelha do GLC é formada por 942 luzes LED, aos quais se soma o logótipo retroiluminado ao centro.
Os grupos óticos dianteiros — em estreia neste GLC — também contribuem para a nova assinatura visual do GLC, mas neste caso, com uma função prática evidente: a Mercedes-Benz garante que têm um alcance de seis campos de futebol, ou seja, cerca de 630 metros.
Outra diferença sentida para o GLC da geração anterior é o tamanho, já que este novo modelo cresceu em todos os sentidos: 13 cm em comprimento (4,85 m), 2,3 cm em largura (1,91 m) e meio centímetro em altura (1,64 m), além de 8,4 cm entre-eixos (2,97 m).
Digitalização levada ao extremo
Se ainda estão a «digerir» o jogo de luzes exterior, então «segurem-se bem», porque assim que abrimos a porta do GLC damos de caras com o maior ecrã que a Mercedes-Benz alguma vez instalou nos seus automóveis: o novo Hyperscreen tem 39,1” e mede 99,3 cm de largura, atravessando todo o tabliê do carro.
Apesar de muito digitalizado, o interior do GLC preserva alguns botões físicos para funções básicas e isso é positivo e torna a condução mais segura. O maior contra talvez esteja relacionado com o volante, que carece de comandos mais diretos para funções tão básicas quanto «mudar a faixa de música».
O que também está em muito bom plano é a qualidade de todo o habitáculo, bem construído e com materiais cuidados: podem optar entre pele vegan ou verdadeira e entre alumínio escovado e madeira.
Outro detalhe que não podemos ignorar é o facto deste SUV equipar um tejadilho panorâmico com regulação de opacidade e que, em alternativa, pode replicar o efeito de um céu estrelado com 162 pontos de luz.
Mais espaço do que nunca
Nos lugares traseiros percebemos onde foram parar os 8,4 cm que este modelo cresceu entre-eixos: temos espaço de sobra para as pernas e cabeça, ao ponto de podermos dizer, com confiança, que este é o GLC mais espaçoso de sempre.
Isso também é verdade para a capacidade de carga, ainda que aqui, não seja tão claro: na versão que testámos, com dois motores elétricos, o GLC tem uma bagageira com 570 litros de capacidade (mais 100 litros do que as versões PHEV, mas menos 30 litros do que as variantes a combustão atuais).
Quando juntamos os 128 litros da frunk, a capacidade total ascende quase aos 700 litros, o que faz deste o GLC com a maior capacidade de carga que podem comprar.
Até 713 km de autonomia
A imagem exterior até pode não ser unânime e o interior pode ser demasiado tecnológico, mas quando olhamos para o «pacote» técnico que este modelo oferece, é impossível não reconhecer todo o trabalho que a Mercedes-Benz aqui colocou.
Para começar, temos a nova plataforma MB.EA com 800 V, que permite carregar a velocidades de até 330 kW em corrente contínua (DC) — é possível adicionar até 305 km em apenas 10 minutos —, ainda que o sistema elétrico do GLC também possa funcionar a 400 V e até 100 kW, em postos compatíveis.
Já em corrente alternada carrega de série a 11 kW, mas é possível optar por um carregador de bordo de 22 kW, por mais 700 euros.
Nesta fase, o Mercedes-Benz GLC elétrico apenas está disponível com uma bateria com 94 kWh de capacidade. Faz com que a versão 400 4MATIC (a única conhecida até ao momento) anuncie uma autonomia de até 666 km em ciclo combinado WLTP, valor que cresce até aos 713 km com o pacote Long Range, que custa 2950 euros.
Este pacote opcional não altera a capacidade da bateria, mas inclui jantes